Nosso atelier oferece produtos feitos artesanalmente e com materiais ricos, naturais e previamente selecionados visando o capricho e a qualidade na confecção de cada peça. Todos os detalhes são feitos à mão, imprimindo assim uma característica única em cada uma delas.
sábado, 28 de dezembro de 2013
Boas Festas!
Para todos os clientes e amigos que compartilharam conosco este ano cheio de alegrias e inspirações; o nosso muito obrigada!
Que 2014 chegue cheio de luz e muita paz entre os homens. Que possamos gozar da liberdade e das infinitas possibilidade de evolução que cada dia nos dá. Um Feliz Ano Novo!
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
sexta-feira, 28 de junho de 2013
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Oficina de bonecos flexíveis - família (Nina Veiga)
Infelizmente não pude participar da oficina mas ganhei um presentão. Agora que já estou recuperada, coloquei a mão na massa e aí está o meu primeiro filho da família.
Agradeço imensamente a sensibilidade e delicadeza da Nina Veiga em me oferecer um presente tão rico. Obrigada!
sexta-feira, 29 de março de 2013
Páscoa 2013
sábado, 16 de fevereiro de 2013
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Atividades Waldorf: O valor do brinquedo no cultivo dos sentidos
Atividades Waldorf: O valor do brinquedo no cultivo dos sentidos: Por: Pilar Tetilla Manzano Borba (*) “Tudo que é artificial ilude os sentidos das crianças” A criança percebe o mundo pelos seus órg...
sábado, 19 de janeiro de 2013
Nego-me a submeter-me ao medo que tira a alegria de minha liberdade, que não me deixa arriscar nada, que me torna pequeno e mesquinho, que me amarra, que não me deixa ser direto e franco, que me persegue, que ocupa negativamente minha imaginação, que sempre pinta visões sombrias.
Não quero levantar barricadas por medo do medo.
Eu quero viver, não quero encerrar-me.
Não quero ser amigável por ter medo de ser sincero.
Quero pisar firme porque estou seguro, não para encobrir meu medo.
E quando me calo, quero fazê-lo por amor, não por temer as consequências de minhas palavras.
Não quero acreditar em algo só por medo de não acreditar.
Não quero filosofar por medo de que algo possa atingir-me de perto.
Não quero dobrar-me só porque tenho medo de não ser amável.
Não quero impor algo aos outros pelo medo de que possam impor algo a mim.
Por medo de errar, não quero tornar-me inativo.
Não quero fugir de volta para o velho, o inaceitável, por medo de não me sentir seguro no novo.
não quero fazer-me de importante porque tenho medo de que senão poderia ser ignorado.
Por convicção e amor, quero fazer o que faço e deixar de fazer o que deixo de fazer.
Do medo quero arrancar o domínio e dá-lo ao amor
E quero crer no reino que existe em mim.
Rudolf Steiner
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