Nosso atelier oferece produtos feitos artesanalmente e com materiais ricos, naturais e previamente selecionados visando o capricho e a qualidade na confecção de cada peça. Todos os detalhes são feitos à mão, imprimindo assim uma característica única em cada uma delas.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
sábado, 29 de outubro de 2011
O Barquinho
Da praia olhando o horizonte,
eu avisto em pleno mar,
um barquinho que vai longe,
sempre, sempre a navegar.
As suas velas são brancas,
da cor das nuvens do céu.
O barquinho, na distância,
parece que vai ao léu.
Vai ao léu no mar imenso,
nas ondas, de cá, de lá,
empurrado pelo vento,
nem sabe se chegará?
Oh, não! Meu olhar pequeno
é que não vê o barqueiro,
que aproveita a vaga e o vento
para seu rumo certeiro.
Um porto ao longe o espera,
sua casa, sua gente.
E ele luta e persevera
e vai cantando contente.
(Ruth Salles)
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Jogo dos coelhos
Quem brinca: Crianças a partir de 4 anos
Como se brinca: Ajude os coelhos a chegarem até as cenouras, para tanto necessitamos de dois jogadores que ao lançarem o dado, irão se mover de acordo com as cores do tabuleiro até alcançarem as cenouras que estão no capim.
A brincadeira é indicada para: trabalhar o sentido do tato; *segurar o dado
*vivenciar as texturas (madeira, algodão, feltro,sisal e La)
Trabalha o sentido do movimento; coordenação motora.
O sentido da visão.
Esta brincadeira também ajuda a desenvolver a atenção, esperar a vez de jogar, a iniciativa e a socialização.
Arteanjos
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Os contos de fadas
Alva Neve
e
Rosa Rubra
Contos de Grimm
e
Rosa Rubra
Contos de Grimm
"Os contos de fadas são, segundo Rudolf Steiner, um tesouro espiritual da humanidade.Fruto de vivências primordiais da existência humana, sua atuação tem um efeito inconsciente na alma ao resgatar, por meio de imagens significativas, o longo percurso do amadurecimento humano na Terra. Não se limitando a reproduzir eventos individuais, sua narrativa relata imageticamente o suceder de fatos comuns a todos os homens, caracterizando sagas que cada qual pode reconhecer inconscientemente como sua própria, independentemente da idade ou situação em que se encontre. Ligados em "encanto" de tais narrações estão o adormecer e o despertar humanos, isto é, a alternância entre os estados de sono e de vigília, que em épocas remotas da humanidade ensejava o momento de clarividência - o lapso de tempo intermediário em que se percebiam fatos espirituais ligados à alma humana, trazidos então para a vida consciente diurna sob forma de contos de fadas. Por esse motivo, pessoas de todas as épocas - principalmente crianças - sempre reconhecem neles, embora de modo inconsciente, algo afim com a sua própria alma." (Os contos de fadas - Rudolf Steiner)
terça-feira, 27 de setembro de 2011
ORAÇÃO DE MICAEL
"Temos que erradicar da alma todo medo e temor
do que o futuro possa trazer ao homem.
Temos que adquirir serenidade
em todos os sentimentos e pensamentos a respeito do futuro.
Temos que olhar para a frente
com absoluta equanimidade para com tudo o que possa vir.
Temos que pensar somente que tudo o que vier,
nos será dado por uma direção mundial plena de sabedoria.
Isto é parte do que temos que aprender nesta era:
Viver com pura confiança sem qualquer segurança na existência.
Confiança na ajuda sempre presente do mundo espiritual.
Em verdade, nada terá valor se a coragem nos faltar.
Disciplinemos nossa votade e busquemos o despertar interior,
todas as manhãs e todas as noites."
Rudolf Steiner (Bremen 27.11.1910)
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Quando você for se embora,
moça branca como a neve,
me leve.
Se acaso você não possa
me carregar pela mão,
menina branca de neve,
me leve no coração.
Se no coração não possa
por acaso me levar,
moça de sonho e de neve,
me leve no seu lembrar.
E se aí também não possa
por tanta coisa que leve
já viva em seu pensamento,
menina branca de neve,
me leve no esquecimento.
moça branca como a neve,
me leve.
Se acaso você não possa
me carregar pela mão,
menina branca de neve,
me leve no coração.
Se no coração não possa
por acaso me levar,
moça de sonho e de neve,
me leve no seu lembrar.
E se aí também não possa
por tanta coisa que leve
já viva em seu pensamento,
menina branca de neve,
me leve no esquecimento.
Ferreira Gullar
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
| Ilustração de Eldbjorg Feste Blaich - O urso branco, Rei Válemon. |
O ACHADO ( Wolfgang Goethe)
Andei pelos bosques
Assim por andar
Nem mesmo pensando
No que procurar.
Um olhinho aceso
Nas sombras eu vi.
Era a flor mais bela
Que brilhava ali.
Tentei arrancá-la,
Mas ela dizia
Que eu não a levasse;
Que morreria!
“ Então sou colhida
Prá depois murchar?”
Mas eu, mansamente,
Me pus a cavar.
Com suas raízes
As mais delicadas,
Colhi a plantinha
De luz orvalhada.
E no meu jardim,
Onde agora cresce,
Ela sempre vive,
Sempre refloresce.
Brincadeiras...
A flor do meu jardim está esperando.
Quem virá visitá-la?
A abelhinha vem visitá-la.
A flor do meu jardim alegre está.
A flor do meu jardim está esperando.
Quem virá visitá-la?
O caracol vem visitá-la.
A flor do meu jardim alegre está.
A flor do meu jardim está esperando. Quem virá visitá-la?
O caracol vem visitá-la.
A flor do meu jardim alegre está.
Quem virá visitá-la?
O coelhinho vem visitá-la.
A flor do meu jardim alegre está.
A flor do meu jardim está esperando. Quem virá visitá-la?
A joaninha vem visitá-la.
A flor do meu jardim alegre está.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
| Ilustração feita por Luciana Betti - Recadeiro do Reino de Além-Véu III |
A minha mãe
“Abençoada seja a grande asa
Que sempre me abriga da tempestade,
Abençoada a mão segura e leve
Que distribuiu paz e bondade!
Bendita sejas, mãe, por tua ternura
Que toda ingratidão esquece e lava:
Foste sombra, quando eu sombra queria
Foste sol, quando dele eu precisava!
À infância tão longínqua volto agora:
Perdoe-me as fraquezas com carinho,
Acalma novamente os meus temores!
Feliz seria eu se, tarde embora,
As pedras que espalhei em teu caminho
Pudesse todas transformar em flores.”
segunda-feira, 18 de abril de 2011
..."Quando a criança brinca com a boneca, ela tem de fazer o esforço da fantasia.
Esse movimento interior da fantasia é tão importante para a criança como o movimento do seu corpo físico.
Se déssemos uma boneca "perfeita", que pisca os olhos, tem um rosto bem definido, chora, anda, faz xixi "de verdade", é como se puséssemos então a fantasia da criança numa camisa-de-força, e ela se atrofia.
Assim, também o corpo da criança se atrofia quando não se movimenta o suficiente. (...)
A boneca é a imagem do ser humano. A criança imita e se identifica com ela. Isso sempre temos que ter em mente quando fazemos ou compramos uma boneca para ela."
Renate Keller Ignácio "Criança Querida"
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